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Sinfônica em Concerto


15 DE ABRIL, QUARTA, 20:30, Grande Teatro do Palácio das Artes


Com programa dedicado a Johannes Brahms, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob regência doMaestro Roberto Duarte e com participação do Coral Lírico de Minas Gerais, faz nova apresentação da sérieSinfônica em Concerto.
No dia 15 de abril, os Corpos Artísticos da Fundação Clóvis Salgado trazem para o público todo o romantismo e a técnica presentes nas obras do alemão no Grande Teatro do Palácio das Artes, a partir das 20h30.

SOBRE O PROGRAMA

Na primeira parte do concerto, a Orquestra Sinfônica e o Coral Lírico interpretam Canção do Destino, considerada uma das melhores composições para coral de Brahms. Em estilo romântico e de curta duração, a peça é baseada no poema homônimo de FHölderlin. Um pequeno prelúdio, dedicado somente à orquestra, cria um o ambiente perfeito para a entrada calma e serena do Coro, com os contraltos em uníssono seguidos pelas outras vozes.
Sinfonia nº 4 encerra a apresentação. Considerada a melhor obra do compositor, o primeiro movimento (Allegro ma non troppo) é o ápice da dramaticidade e do romantismo de Brahms. O Andante moderato, segundo movimento, tem uma atmosfera calma e tranquila com a graça e doçura de seu tema principal, enquanto o seu terceiro movimento (Allegro giocoso) é exuberante e alegre, cheio de animação e de bom humor. O quarto e último movimento (Allegro energico e passionato) se notabiliza por ser um raro exemplo de Passacaglia sinfônica.

PROGRAMA

Johannes Brahms Canção do Destino  (Schicksalslied)
Johannes Brahms Sinfonia No. 4 em Mi menor
Allegro ma non tropo
Allegro giocoso
Andante moderato
Allegro energico e passionato

ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS

Criada em 1976, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, corpo artístico gerido pela Fundação Clóvis Salgado, é considerada uma das grandes orquestras do país. O repertório interpretado pela OSMG inclui desde o clássico tradicional, como balés, concertos, sinfonias e obras sacras, até o mais significativo da música popular, com a série Sinfônica Pop.
A Orquestra apresenta-se em eventos locais e nacionais, além de cidades do interior de Minas, com o intuito de difundir a música erudita. A OSMG atua também na temporada de óperas produzidas pela Fundação Clóvis Salgado.

CORAL LÍRICO DE MINAS GERAIS

Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais, corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e que interpreta um repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais.
Dentro das estratégias de difusão do canto lírico, o Coral Lírico desenvolve diversos projetos que incluem Concertos no Parque, Lírico na Cidade, Concertos Didáticos e participação nas temporadas de óperas realizadas pela Fundação Clóvis Salgado. O objetivo desse trabalho é fazer com que o público possa conhecer e fruir a música coral de qualidade, além de vivenciar o contato com os artistas.
Foto: Paulo Lacerda
Foto: Paulo Lacerda

MAESTRO ROBERTO DUARTE

Um dos mais requisitados regentes brasileiros, com larga experiência também na Europa, fez seus estudos no Rio de Janeiro, aperfeiçoando-se mais tarde na Itália e na Alemanha com bolsa especial do DAAD. Sua carreira Internacional começou logo depois de ter sido laureado com o Prêmio ‘Serge Koussevitzky’ no Concurso Internacional de Regência do Festival Villa-Lobos, no Rio de Janeiro em 1975.
Roberto Duarte dirigiu diversas orquestras internacionais e nacionais.  Por todos os seus méritos Duarte recebeu da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA o prêmio de Melhor Regente do Ano de 1994 e 1997. Em novembro de 1996 recebeu do Governo Brasileiro, através da Fundação Nacional de Arte – Funarte, o mais alto prêmio da Música no Brasil: o Prêmio Nacional da Música, como regente.
Em suas atividades acadêmicas destacam-se: professor de Regência e Prática de Orquestra durante 27 anos na UFRJ; masterclasses em vários estados brasileiros e fora do Brasil no Chile, Grécia, Suíça e na Itália durante 14 anos foi professor de regência no Corso Internazionale di Polifonia Latino-Mediterranea. Atualmente, na cidade de Bitonto, Itália. Escreveu ainda os livros: Revisão das Obras Orquestrais de Villa-Lobos, em dois volumes (Editora UFF-RJ) e Villa-Lobos errou? (Subsídios para uma revisão musicológica em Villa-Lobos) em português, inglês e francês (Algol Editora-SP).
Aos 34 anos Duarte fez parte do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente é membro da Academia Brasileira de Música, tendo sido várias vezes secretário e vice-presidente e é também membro honorário da Academia Nacional de Música e membro efetivo da Academia Brasileira de Música e Letras.

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